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Um pouquinho da minha história… e como tudo começou

Meu ano sabático começou no ano passado… Na verdade começou bem antes disso.

Me lembro que há uns 10 anos estava pensando que se eu estivesse solteira e se não estivesse trabalhando, iria dar a volta ao mundo. … E olha que eu estava feliz na época.

Esse pensamento sempre esteve na minha cabeça. Tanto que, quando comecei a trabalhar numa multinacional, a primeira coisa que fiz foi cadastrar meu currículo com disponibilidade global.

Consegui minha vaga internacional e trabalhei fora por 2 anos.

Nesses 2 anos conheci muitos países no sudeste asiático. A vantagem de se morar na Ásia é que as distâncias são curtas e os custos são bem atrativos. Mesmo trabalhando bastante dava para fazer uns “bate e volta” nos fins de semana.

Quando meu contrato estava para terminar, o meu plano B virou plano A. Trabalhar fora era minha prioridade. Mas como não consegui as vagas que eu queria, comecei a planejar minha volta ao mundo.

Fiz algumas pesquisas, conversei com algumas pessoas e ouvi meu coração antes de começar o planejamento.

Decidi que iria começar pela Europa, mais precisamente pela Alemanha. Durante os anos morando na Malásia eu ouvi tanta coisa boa sobre Alemanha que tinha decido que, quando tivesse uma oportunidade, iria visitar esse país de pessoas frias … haha. Isso é o que sempre ouvi enquanto morava no Brasil. Mas o que tive contato foi totalmente diferente.

Tinha três pré requisitos:

Viajar o máximo de ônibus: Nas minhas pesquisas tinha visto que o meio de transporte mais barato era ônibus e os ônibus na Europa eram bem confortáveis.

Me acomodar com locais: O motivo de acomodar com locais era porque queria economizar. O que era uma necessidade financeira se transformou numa experiência incrível (que vou contar depois). E hoje considero que ficar com locais não é só financeiro mas sim uma troca cultural.

Não ficar por mais de 89 dias em países que fazem parte do tratado de Schengen: E para quem não sabe, na Europa existem países que fazer parte do tratado de Schengen (não confundir com países da zona do euro). Nós, brasileiros, só podemos ficar até no máximo 89 dias nesses países.

A partir do ponto inicial e desses pré-requisitos comecei a traçar a rota. É uma sensação tão boa abrir um mapa e poder decidir para onde ir e ter disponibilidade para ficar o tempo que quiser.

Acho que se eu tivesse muito dinheiro iria passar a vida viajando.

 

 

2 thoughts to “Um pouquinho da minha história… e como tudo começou”

  1. Ju, nos conhecemos no mundo virtual e viajei contigo por diversos países e aventuras. Você inspira coragem e tanta responsabilidade, e será um prazer ler seus relatos de vivencias e experiências! Um abraço forte com carinho e desejo de muitas viagens e realizações!!!
    Rafaela Pinheiro (@viagensdoben)

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